quarta-feira, 13 de maio de 2026

DIÁRIO ÍNTIMO



Diário Íntimo 


A sessão Diário Íntimo é um monumento que indica que vamos cruzar uma fronteira: a fronteira entre a autora e a persona.


Não preciso dizer que a pessoa por trás da Sra. NIX também anseia por manifestar seus pensamentos, sentimentos e contradições. Caso você se interesse por conhecer um pouco da mente do ser humano que dá vida à Sra. NIX, basta clicar nas postagens que virão a seguir nesta sessão, e você poderá caminhar alguns passos além dessa fronteira.


O que trago aqui não é um desabafo melancólico, nem textos destinados a promover compaixão ou autopiedade. São apenas registros de pensamentos e sentimentos que precisam ser colocados para fora.


Há algum tempo, cheguei a uma conclusão: se você tem algo a dizer, coloque para fora. Se você engolir e isso fermentar no seu estômago, certamente morrerá envenenado pelo sentimento de culpa por não ter expressado o que sentia — e por não ter buscado, em algum lugar do mundo, alguém que pudesse compreendê-lo.


Desejo a todos que por aqui passarem uma boa leitura, e peço que deixem seus comentários. Eles serão mais do que bem-vindos.


Atenciosamente,

Sra. NIX


📔 REGISTROS


✒️ Diário Íntimo — Lodo: Berço da Vida



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Diário Íntimo — Lodo: Berço da vida


Diário Íntimo — 13/05/2026
Lodo: Berço da vida

Eu acredito que é difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido esta frase: "Se a vida te der limões, faça uma limonada."

É possível que quem cunhou essa frase, que parece saída de um poço profundo da sabedoria, não tenha percebido que uma limonada não se faz apenas com limões. É preciso água para diluir e dar volume — de preferência gelada — e açúcar para que, além de refrescante, ainda seja palatável.

Enfim, se a gente for pegar ao pé da letra essas frases prontas que parecem entregar a fórmula para resolver os problemas, veremos que boa parte dessas dicas são impraticáveis se considerarmos a nossa própria realidade.

Isso seria como dizer para alguém desempregado economizar 10% daquilo que ganha e investir, quando essa pessoa já está contando as moedas para saber se come pão ou não pela manhã.

Pensando sobre essa questão de pegar algo que já se tem e usar para provocar a mudança real, mesmo que pequena, mesmo que fosse um copo cheio de sumo de limão concentrado e sem açúcar, eu comecei a olhar na minha vida, para a matéria-prima que eu tinha à disposição, e no que eu poderia transformá-la para mudar minha condição e superar as circunstâncias que me afligem.

Assim iniciei uma jornada interior onde busquei em vários campos da minha vida — material, intelectual, espiritual — algo que eu pudesse dizer: "Farei disso um ativo e finalmente reconstruirei o meu mundo."

Foi nesse momento que me deparei com a constatação de algo tão familiar que era como o ar: sempre presente, mas se você não falar nele, ninguém vai lembrar que ele está lá. E eu gostaria de dividir com você. Talvez você possa me entender ou até se identificar.

Aparentemente, eu não nasci com: O MAPA. Isso mesmo: O MAPA. Se você está perdido na vida, deve me entender: aparentemente, algumas pessoas nasceram com O MAPA e têm A BÚSSOLA INTERNA que as guia para o seu destino vitorioso. Pelo menos essa é a impressão que alguém que está perdido e derrotado tem: a de que todos chegaram a esta terra com O MAPA e com A BÚSSOLA, menos ele. E sabem para onde ir. Sabem o que fazer. Sabem sonhar, projetar e conquistar.

Esse parecia o meu caso: eu não nasci equipada para viver a minha vida. E embora tivesse recebido muitos elogios relacionados à minha capacidade intelectual e resolução de problemas, ainda assim eu parecia não enxergar O CAMINHO — aquele caminho que me levaria ao meu destino.

Certa vez, conversei com uma pessoa muito próxima sobre as decisões da vida, sobre como temos que escolher um caminho e seguir. Na ocasião, eu lhe disse: "Quando estamos perdidos num lugar tão escuro que não importa para onde ande, não conseguimos encontrar a saída. Depois do desgaste físico e mental, você acaba desistindo de caminhar e fica parado. Não é como se você estivesse trancado num quarto escuro procurando uma porta, tateando as paredes. É simplesmente estar num local tão amplo e escuro que você caminha e corre em diversas direções, seguindo ruídos e ecos que você não sabe se são reais ou fruto da sua mente, que está tão perturbada pelo silêncio do vazio que passa a simular sons que deveriam existir. Ali não é possível ver nada, nem a si mesmo. Só se tem consciência da sua existência."

E essa pessoa me disse: "Mas mesmo assim precisamos continuar."

Para mim, isso era uma não resposta. Continuar para onde? Eu me perguntava. Geralmente, nesses momentos, ouvimos coisas como "você tem que continuar lutando", "continuar acreditando".

Assim, na continuação dessa conversa, eu disse: "Se apenas fosse possível ver um ponto de luz, isso já seria maravilhoso. Pelo menos haveria um ponto de referência, uma esperança. Por mais que a caminhada fosse longa, ainda haveria onde chegar."

Continuar... Lutar... Acreditar...

Para onde?... Com o quê ?... Em quê?...

Faltava-me propósito, ferramentas e sonhos. Talvez a solução fosse ir fazendo algo até encontrar algo de que se goste. Dizem que o movimento oxigena as águas e revitaliza rios mortos.

Foi pensando sobre isso que fui verificar as minhas ferramentas: as qualidades e tudo aquilo que eu teria para oferecer ao mundo — para que ele me aceitasse e colaborasse comigo, para que eu pudesse experimentar o sabor das coisas simples relativas à felicidade e à dignidade — que eu vi que não tinha nada. Estava tudo podre.

Me vi submersa até a cintura numa região pantanosa, puro lodo.

Essa é a minha vida.

As coisas que eu tinha, com os anos de abandono, apodreceram. Eu digo que eram as coisas que eu tinha porque a vida não nasce podre. Quando alguém nasce, vem carregado de esperanças, sonhos e emoções, e todas as outras coisas que são inerentes ao ser humano. Mas os anos de frustração, de negligência, cobram seu preço. E um dia é assim que podemos nos encontrar. Alguns se encontrarão num deserto. Outros, numa geleira. E haverá aqueles que estarão à deriva no mar.

Mas eu me encontrei no pântano. Para onde quer que eu olhasse, o horizonte só mostrava lodo.

Durante um tempo, eu me desesperei. Depois, eu simplesmente me resignei e evitei olhar. Me tranquei dentro de mim. Fechei meus olhos com determinação, mas, infelizmente, meus outros sentidos — que não poderiam ser trancados — foram atacados. E depois de alguns anos, eu não tive escolha a não ser, começar a me mover por aquele lugar inóspito. Porque morrer pela passividade é um processo lento, e é mais desesperador do que eu imaginava.

Então aconteceu comigo o mesmo que aconteceu com o autor da frase "Se a vida te der limões, faça uma limonada". Eu me perguntei: o que eu faria com o que eu tinha? O que eu faria com tudo aquilo? O que não me faltava era lodo. E espaço.

E eu percebi uma coisa que me surpreendeu. Não foi uma descoberta grandiosa. Foi apenas que minha mente me deu acesso ao que eu já sabia.

O lodo é matéria em decomposição. É uma mistura muito rica de tudo aquilo que existia antes. Ele é um berço da vida.

Havia vida ali, mas tão pequena e insignificante que eu não conseguia, no meu período de luto existencial, enxergá-la, acolhê-la e valorizá-la.

Mas aqui estou eu, acolhendo essa vida vulgar que meu lodo nutriu. No mundo que eu reconheço como hostil à minha existência, ofereço uma frase que não é uma tentativa de apresentar uma solução universal para a existência de todos.

Afinal, a vida não dá limões para todo mundo. E nem todo mundo se encontra num pântano como eu.

Mas, quem sabe, assim como aquela frase que não servia para mim, esta frase que não serve para você possa iluminar o seu pensamento, para que você encontre a sua verdadeira instrução para a vida. Para que você chegue àquela resposta que ninguém pode dar, mas que você já carrega — apenas ainda não conseguiu formular a pergunta certa.

Então, humildemente, eu coloco estas palavras no mundo, com a reverência de quem entende que cada um está no seu processo.

"Se a sua vida é lodo, plante sementes de lótus."
— Sra. NIX

Por fim, depois de trazer à luz esta declaração, eu me perguntei: eu só tenho lodo. E sementes não nascem do nada. Onde vou encontrar as minhas sementes?

E cheguei à conclusão: eu sou a semente.

O meu ser é a semente.

Eu tenho que me permitir submergir neste pântano que é a minha vida, sem medo de vivê-la ou de me afogar nela.

De mim brotará a lótus. Eu também doarei meus nutrientes para engrossar essa mistura rejeitada por sentidos exigentes. Para me unir à minha vida sem reservas.

Em certa ocasião, ouvi um religioso falar: "Para a planta nascer, a semente precisa morrer."

E eu digo: viver é se oferecer em sacrifício à vida.

E essas poucas palavras sinceras são uma pequena flor que desabrochou para se oferecer ao mundo.

Esperançosamente,
Sra. NIX 🌙✨ 


🖤🖤🖤 


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segunda-feira, 11 de maio de 2026

ESTANTE DA SRA. NIX

 



Sobre a Estante da Sra. NIX


Nem todos os livros que me marcaram foram best-sellers. Alguns vieram parar nas minhas mãos por acaso, outros por generosidade de alguém. Chegaram sem pressa, esperaram o momento certo e, quando a leitura finalmente aconteceu, me transformaram. Mudaram minha forma de ver o mundo, de sentir as pessoas reais, de compreender os personagens — e a mim mesma.


Esta estante é um convite. Aqui estão histórias que fizeram sentido para mim. Não as recomendo porque são famosas, mas porque são verdadeiras. Cada uma, à sua maneira, me ajudou a atravessar algo. Talvez alguma delas faça o mesmo por você.


Conheça esse e outros livros que podem te inspirar e transformar a sua jornada.


Atenciosamente, 

Sra. NIX 🌜✨ 



📚 PRATELEIRA 


   🔸 As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift 


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AS VIAGENS DE GULLIVER



As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, é um livro sobre perspectiva. Sobre o que acontece quando você é grande entre os pequenos e, de repente, se torna pequeno entre os gigantes. Sobre ser o centro das atenções e, ao mesmo tempo, um objeto para o entretenimento alheio.

Gulliver viaja por mundos fantásticos, e em cada um deles ocupa uma posição diferente.

Confesso que me perguntei durante a leitura constantemente: o mundo mudou em relação a Gulliver? Ou Gulliver mudou em relação ao mundo? Foi o caminho entre os mundos que o mudou? Ou foi o caminho que o conduziu a um mundo que o mudaria?

Em um, ele é gigante. Em outro, uma frágil miniatura. Em alguns reinos, é tratado com respeito. Em outros, é apenas uma curiosidade. E essa alternância de papéis nos ensina algo valioso: aquilo que encontramos em nossa jornada pode nos dar uma nova perspectiva sobre nós mesmos e sobre como lidamos com os outros.

Quem somos nós, afinal? Um reflexo daquilo que os outros veem? Somos apenas um, ou somos inúmeras representações dos anseios alheios lançados sobre nós: o herói, o fantoche, a esperança, o aluno, o professor, o algoz...?

Confesso que a parte sobre as disputas políticas e as mesquinharias entre os reinos era tão expositiva que quase me fez abandonar o livro. Até que, refletindo, percebi que essa sensação vem do fato de as mazelas da sociedade estarem tão abertamente expostas que um livro tão antigo possa soar como um panfleto contra a hipocrisia.

Mas nada foi mais difícil do que a chegada ao reino dos cavalos. Os diálogos são em relinchados, e acompanhar aquilo foi cansativo. Li como alguém que tinha a obrigação moral de não pular capítulos, temendo deixar algo importante do enredo para trás e, com isso, não entender o final da história. Só depois de alguma reflexão consegui extrair um importante ensinamento: não devo julgar as coisas a partir do meu ponto de vista sobre o que é normal. Afinal, normalidade só tem a ver com aquilo a que estamos acostumados, com o que foi formado no nosso inconsciente sobre o que é certo e errado.

Uma sociedade de cavalos que se comporta como humanos é, de fato, muito estranha. Confesso que achei um pouco ridículo criar esse mundo para todos os pontos de parada na jornada de Gulliver. No entanto, penso que às vezes o uso do ridículo e do exagero nos ajuda a tratar de questões profundas através do choque, que impede o leitor de fingir que não viu determinada situação e de se apegar apenas às partes amenas das histórias.

Por fim, me perguntei: isso é estranho para quem? Para quem está acostumado a ver animais apenas como ferramentas de trabalho? Escrevendo este texto agora, penso que é uma situação semelhante à do primeiro filme O Planeta dos Macacos. Mas, enquanto os macacos emulavam o comportamento humano, os cavalos de Gulliver apenas externavam sua própria filosofia e viviam sua vida sem se transformar numa versão equina de nós.

Como seriam os humanos vistos por essas outras sociedades? Somos tão cheios de contradições e tão autodestrutivos, e ainda nos consideramos os seres racionais. Acho que a conclusão é a de que só podemos compreender a razão humana abraçando a loucura e a contradição da humanidade.

Acho que não li a versão infantil — e, pelo que me lembro, não sabia na época que havia duas versões. Hoje só posso dizer: foi bom ter sobrevivido à versão completa. (Risos.)

Mesmo com os trechos que me entediaram, o livro me deixou algo que carrego até hoje: a consciência de que o tamanho não está no corpo, mas na posição que ocupamos diante do outro.

Leia também: Conheça essa e outras histórias que me transformaram. 📖

Adquira seu exemplar e apoie meu trabalho como afiliada: https://amzn.to/4tMPz3X

Você já leu este livro? Deixe nos comentários suas impressões. Sua experiência pode iluminar a leitura de outra pessoa. ✨

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sexta-feira, 8 de maio de 2026

DIÁRIO DE BORDO




Bem-vindo ao meu Diário de Bordo.📓


Este é o espaço onde registro os bastidores da minha jornada como escritora. Aqui você encontra reflexões sobre o processo criativo, os desafios de construir uma carreira literária, os medos que insistem em aparecer e as pequenas — e grandes — vitórias que me fazem seguir em frente.




Não existe uma ordem certa para ler. Você pode começar pelo primeiro registro ou pelo mais recente. Cada entrada é um fragmento de um percurso que ainda está sendo trilhado — sem mapa, mas com direção.




📜Registros:




✒️ 23 de abril de 2026 — O passo de fé




✒️ 06 de maio de 2026 — As mãos que tremem também constroem






Obrigada por me acompanhar. O banco do carona está sempre disponível.






🖤🖤🖤










Atenciosamente,




Sra. NIX ✨🌜

BEM-VINDO(A) AO MEU UNIVERSO CRIATIVO




Seja bem-vindo(a) ao blog da Sra. NIX. Este é o meu território criativo, onde compartilho minha jornada como escritora, minhas reflexões sobre o processo de criar e viver, e as histórias que nascem de tudo isso.


A casa está organizada em seções. Por enquanto, você encontra por aqui:


🚗 Diário de Bordo — Os bastidores da minha jornada como autora. Medos, conquistas e o volante nas mãos.


🛠️ Oficina da Sra. NIX — Ferramentas, decisões editoriais e o fazer literário.


📖 AONDE ANDA VOCÊ — Meu dark romance psicológico.


Novas seções virão com o tempo — um jardim de ideias, um diário íntimo, histórias de fã. Mas, por enquanto, a casa tem esses cômodos. Fique à vontade.


Não existe ordem certa para ler. Comece por onde seu coração mandar. A porta está aberta.


Atenciosamente,

Sra. NIX ✨

quarta-feira, 6 de maio de 2026

DIARIO DE BORDO

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BEM-VINDO(A) AO MEU UNIVERSO CRIATIVO

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